Elisangela - Nutrição

Sejam bem vindos !!!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Portfólio-Síntese Sistema Digestório

O sistema digestório humano é formado por um canal alimentar, aberto nas extremidades (boca e ânus), ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta as seguintes regiões: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus; e as seguintes glândulas anexas: glândulas salivares, vesícula biliar, fígado e pâncreas, que são essenciais no processo da digestão, produzindo tanto os sucos que degradam os alimentos como também os hormônios que controlam todo o processo.
 A boca é a primeira estrutura do canal alimentar e é a abertura pela qual o alimento entra no tubo digestório, tendo como função a mastigação e a insalivação. O teto da cavidade bucal é constituído pelo palato (separa a cavidade nasal da cavidade bucal) e co
 A língua é um órgão muscular revestido por mucosa e que exerce importantes funções na mastigação, deglutição, gustação e fonação. Participa da mistura da saliva com o alimento e mantém o bolo alimentar pressionado entre os dentes para a mastigação, e depois, empurra-o para trás, para ser deglutido.
A faringe é um importante órgão que serve de via tanto para o sistema respiratório (passagem do ar em direção à laringe), como para o digestório (passagem do alimento para o esôfago).

Porque, na deglutição, o palato mole sobe, bloqueando a comunicação entre a cavidade bucal e nasal. Assim, o alimento é impedido de penetrar na cavidade nasal. Da mesma forma, e epiglote desce e fecha a entrada da laringe, impedindo que o alimento entre no trato respiratório. 
nsiste em duas partes: uma porção anterior, óssea, denominada palato duro; e uma porção posterior, muscular, chamada palato mole.
 O esôfago é um canal muscular que liga a faringe ao estômago. Situa-se posteriormente à traquéia e anteriormente à coluna vertebral, atravessando o diafragma para, então, entrar no estômago. O alimento é impulsionado através de todo o tubo pelas ondas peristálticas.
Essas ondas são movimentos ondulados e de contração próprios de todo o canal alimentar e que permitem que o bolo alimentar seja empurrado ao longo do tubo digestório. Você sabia que através dos peristaltismos, você pode ficar de cabeça para baixo e, mesmo assim, seu alimento chegará ao intestino? Entra em ação um mecanismo para fechar a laringe, evitando que o alimento penetre nas vias respiratórias.
O estômago é uma dilatação do tubo alimentar, localizado no lado esquerdo, abaixo do diafragma. Apresenta como funções básicas: reservatório do alimento, misturar os alimentos com o suco digestivo produzido por ele e liberar os alimentos (em forma de quimo) para o intestino delgado.
 O intestino delgado é, provavelmente, o órgão mais importante da digestão, pois é nesse tubo, com pouco mais de 6 m de comprimento por 4 cm de diâmetro, que se processam as fases da decomposição dos alimentos e da absorção dos nutrientes. É dividido em duodeno (cerca de 25 cm), jejuno (cerca de 5 m) e íleo (cerca de 1,5 cm).
A digestão do quimo ocorre, predominantemente, no duodeno e nas primeiras porções do jejuno. As contrações rítmicas e os movimentos peristálticos movimentam o quimo, ao mesmo tempo em que este é atacado pela bile, enzimas e outras secreções. A absorção dos nutrientes ocorre nas regiões do jejuno e do íleo. A superfície interna dessas regiões apresenta as microvilosidades.

O intestino grosso é a porção terminal do canal alimentar, mede cerca de 1,5 m de comprimento e 7 cm de diâmetro, não possui vilosidades nem secreta sucos digestivos e normalmente só absorve água, em quantidade bastante consideráveis. Assim, as funções básicas do intestino grosso são: absorção de água e formação e eliminação de fezes.
Os órgãos anexos são chamados assim porque participam auxiliando na digestão, porém, os alimentos não passam entre eles. As glândulas salivares, o pâncreas, o fígado e a vesícula biliar estão intimamente associados à digestão. As glândulas salivares secretam enzimas digestivas na boca, o pâncreas secreta enzimas que agem nos três principais componentes de ingestão – glicídios, lipídios e proteínas e a bile, secretada pelo fígado, atua na absorção de lipídios. A vesícula biliar concentra e armazena a bile.
Vejam esse vídeo legendado super bacana que traz mais detalhes sobre o funcionamento do sistema digestório.

REFLEXÃO


Achei muito bom aprender sobre o Sistema Digestório , foram informações muito importantes , e que com certeza serão de grande valor para minha profissão .
Posso afirma que aprendi  anatomicamente todo o tubo Digestório .

terça-feira, 12 de junho de 2012

Portfólio-Síntese Aparelho Locomotor

abeça, tronco e membros. A cabeça apresenta duas áreas características: crânio, que compreende oito ossos (um frontal, dois parietais, um occipital, dois temporais, um etmóide e um esfenóide); e face, com 14 ossos (dois nasais, dois pômulos, um vômer, dois maxilares superiores e um inferior, dois úngües, dois cornetos inferiores e dois palatinos).
A coluna vertebral situa-se na parede dorsal do tronco e é fundamental para a movimentação do corpo. Possui 33 vértebras, ossos curtos distribuídos em cinco regiões: (1) cervical, com sete peças ósseas, que constitui a região do pescoço; (2) dorsal, na parte torácica, onde se articulam as costelas, com 12 vértebras; (3) lombar, com cinco peças ósseas, prolongamento da anterior; (4) sacral, com cinco vértebras fundidas num único bloco chamado osso sacro; e (5) coccígea, com quatro vértebras muito reduzidas, geralmente fundidas.
As costelas são ossos longos em forma de arco que delimitam a cavidade torácica, protegendo os pulmões e o coração. São 12 pares dispostos simetricamente à direita e à esquerda. Dez deles articulam-se pela extremidade anterior com o esterno, diretamente (costelas verdadeiras) ou por intermédio das cartilagens costais (costelas falsas), enquanto os dois pares restantes têm livres as extremidades anteriores (costelas flutuantes).

Os músculos são os órgãos ativos do movimento. O sistema muscular é integrado pelos músculos propriamente ditos (estruturas com poder de contração e relaxamento) e pelas fibras musculares, compostas de miofibrilas. Estas contêm duas proteínas com capacidade de produzir contrações, a miosina e a actina.
Os músculos respondem aos impulsos transmitidos pelas fibras nervosas e, ao se contraírem, movem os ossos como se fossem alavancas. Distinguem-se dois tipos de músculos: os esqueléticos (ou estriados), de contração voluntária e de cor avermelhada, que ao microscópio apresentam uma série de estrias; e os lisos, de contração involuntária, sem estrias (salvo o miocárdio), responsáveis pelos movimentos viscerais do organismo.
Há no corpo humano cerca de 500 músculos esqueléticos. Conforme o movimento que produzem nas articulações, esses músculos classificam-se em flexores (executam flexões), extensores (realizam extensões), esfincterianos (em forma de anel para abrir ou fechar condutos), elevadores (levantam um órgão ou uma região), pronadores (produziem a pronação da mão), supinadores (executam a supinação) etc.
Os principais músculos da cabeça são os orbiculares, que circundam os olhos e os lábios; os mastigadores, como os temporais e o masseter; e o bucinador, que atua na mastigação e também no ato de soprar. No pescoço está o esternoclidomastóideo,  ao qual se pode girar a cabeça.
No tronco, na região dorsal, os principais músculos são o trapézio, na porção superior do tórax, que ergue os ombros e mantém a cabeça em posição vertical; e os grandes dorsais, que cobrem toda a parte inferior do dorso. Na região ventral ou anterior, destacam-se os peitorais e os intercostais, estes últimos situados entre as costelas e com participação ativa nos movimentos respiratórios.
Quanto aos músculos dos membros superiores, há os deltóides, que cobrem a parte externa da articulação da espádua; e o bíceps e o tríceps braquiais, que possibilitam respectivamente, por ação antagônica, a flexão e a extensão do antebraço sobre o braço. Nos membros inferiores existem o bíceps crural; o tríceps, que respectivamente flete e estende a perna, e o sartório. Os glúteos, que formam as nádegas, são de importância fundamental para manter a postura ereta e o equilíbrio mecânico durante a marcha bípede. Em ambas as extremidades existem músculos flexores e extensores dos dedos.



REFLEXÃO 


A aula foi muito boa , aprendi bastante sobre o tema , que com certeza será impossível esquecer.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Portfólio-TBL-Sistema Eferente Somática-Prof Cris

Faltei na aula esse dia.

Portifolio-TBL-Sindrome Metabólica-Diabete Millitos/Obesidade-01/06/12

Síndrome Metabólica > Conjunto de alterações

Obesidade
Celulas muscular e Adiposa- principal absorção de gordura
Pâncreas produz insulina e glucacon e a insulina favorece a entrada de glicose na célula . Todas as células tem receptores Glut.
Glicemia- concentralção de glicose no sangue . Em jejum a glicemia tem que estar 70 a 99mgdl. Se em jejum a glicemia der 126mgdl.
Bem alimentado 200mgdl
Tecido Adiposo é formado por gordura 99+% é trigliceres.
LDL- colesterol ruim
HDL- colesterol bom
Aterosclerose- colesterol +gordura
Diabete tipo 1-destruição de delulas betas
Diabete tipo 2-inibição de insulina

Aterosclerose- é o acumulo de colesterol no vaso sanguíneo

Aterogênese- Colesterolemia- normal até 200mg/dl
Estatina usada depois das dietas que já foram tentadas.


REFLEXÃO

Gostei muito de aprender sobre diabete e obesidade , a aula foi muito boa.

Portfólio-TBL-Metabolismo Nitrogenado-25/05/12

Faltei nesse dia também.

Portfólio-TBL-Sistema Nervoso Entérico-21/05/12 Prof Cris

O sistema nervoso entérico faz parte do sistema nervoso autônomo. O sistema nervoso entérico é uma rede de neurónios que integram o sistema digestivo (trato gastrointestinal, pâncreas, e vesícula biliar). É formado principalmente pelos plexos mioentérico e submucoso. Pode funcionar de modo independente, mas o sistema nervoso simpático e o parassimpático são capazes de ativar ou inibir as suas funções.



REFLEXÃO

O assunto foi muito difícil de entender, muito pouco tempo para poder aprener tudo.

Portfólio-TBL-Integração Metabólica nos Peíodos Pós Prandial e de Jejum- 18/05/12

Alimentado/Jejum
Tecido Muscular Esquelético em repouso.
O metabolismo energético no músculo esquelético é singular por sua capacidade de responder às mudanças substanciais da demanda de ATP.
Responsável por 30% do oxigênio consumido pelo corpo, em casos de exercício rigoroso pode ser até de 90% de consumo. Apesar do seu potencial para períodos transitórios de glicólise anaeróbica, é um tecido oxidativo. Difere do tecido muscular cardíaco em 3 aspectos:
  • É continuamente ativo, enquanto os M. esqueléticos se contraem dependendo da demanda;
  • Apresenta um metabolismo completamente aeróbico;
  • Possui depósitos energéticos insignificantes, ex: glicogênio e lipídios.
Portanto, qualquer interrupção do fornecimento sanguíneo, como ocorre, por exemplo:
No infarto do miocárdio, resulta em uma rápida morte das células musculares cardíacas.



Faltei nessa aula , ñ consegui entender sozinha.

Portfólio-TBL- Sistema Digestório -14/05/12- Prof Cris

Bolo alimentar -boca
Estômago -quimo
Intestino grosso-quilo
Delgado absorve nutrientes, e possuem micro vilosidades.
Interocítos - Celulas secretoras caliciformes que produzem muco, e produzem enzimas .
No intestino delgado motilidade- mistura movimento e propulsão. No duodeno ocorre que a bili e o pancreas lança o suco pancreatico.
Dentro das vilosidades tem vasos sanguíneos e linfáticos.
Enterocitos- nutrientes vão para o sistema porta hepático ,passa pelo fígado antes de atingir o sangue.
Glicose será absorvida pelo co-transportador na glicose.

Sistema porta hepático- fígado.
Fígado- reserva energética.
Função-Metabolismo de substâncias tóxicas.
Produz proteínas plasmáticas
Produz a bille que é armazenada na vesícula biliar.

Pâncreas endócrina- Insulina e glucagon são hormônios liberados pelo pâncreas para manter a taxa de glicose no sangue.
Celulas acnares- produz enzimas que estão em sua forma pro enzimas, que ainda ñ estão funcionando.
Celulas ductos-Células específicas que revestem os ductos pancreáticos, chamadas células centroacinar, secretam uma solução de bicarbonato e sal rico para o intestino delgado.

Quando o quimo chega ácido é rico em gordura no duodeno estimula a produção do hormônio secretina que sinaliza o pâncreas a produzir bicarbonato e assim neutralizar o quimo.
quando chega ácido e rico em gordura estimula a célula a produzir CCK.
CCK- sinaliza o pâncreas e aumenta a secreção de enzimas pâncreaticas.

Células M atingem o sistema de defesa na presença de um micro organismo(fungos bacterias)

Reflexo de defecação
Reflexo de Ortocolico , o ato de levantar.

Reflexo Gastrocolico- quando o alimento chega no estômago e ativa o reflexo e o quilo passa do colo para o reto.
Bolo , promove distensão da parede do reto
A distensão ativa terminações nervosas
Essa informação vai para medula espinhal sacral
Com resposta ativa SNAP
SNAP aumenta as ondas de massa e promove o relaxamento do sfincter interno do ánus
Se o esfincter interno e externo do ánus estiverem relaxados ocorre o reflexo de defecação.


REFLEXÃO

A aula foi muito interessante e bastante clara. 

Portfólio-TBL- METABOLISMO ENERGÉTICO -11/05/12 PRODUÇÃO DE ATP (INCLUI CICLO DE KREBS E CADEIA RESPIRATÓRIA).





RESPIRAÇÃO CELULAR




1. A Respiração Aeróbica
A - Apresentação
As mitocôndrias são organóides presentes em todas as células eucarióticas, animais ou vegetais, cuja atividade se relaciona com o metabolismo energético das células e com a produção de ATP na respiração aeróbica.
As mitocôndrias possuem o seu próprio DNA, alguns ribossomos e a capacidade de sintetizar proteínas. Podem se replicar e sempre se originam de mitocôndrias preexistentes. Essas são algumas das características comuns entre as mitocôndrias e os cloroplastos. As mitocôndrias são delimitadas por duas membranas, entre as quais há um espaço de cerca de 60 ângstrons.
A membrana externa é lisa, enquanto a membrana interna é provida de numerosas pregas chamadas cristas mitocondriais. O espaço interno da mitocôndria é a matriz mitocondrial. As atividades das mitocôndrias são compartimentadas, ou seja, há uma divisão topográfica entre elas. Algumas acontecem na matriz mitocondrial, enquanto outras se processam junto das cristas mitocondriais.


B - Etapas da Respiração Aeróbica
A maior rentabilidade da respiração aeróbica em relação à fermentação é explicada pela completa "desmontagem" da molécula da glicose, com seus átomos de carbono separados em moléculas de CO2, e a total remoção dos seus átomos de hidrogênio ricos em energia. A respiração aeróbica (muitas vezes chamada, apenas, de respiração celular) é dividida em 3 etapas: a glicólise, o ciclo de Krebs e a cadeia respiratória.


b1) A glicólise
Essa etapa da respiração aeróbica é praticamente idêntica à fermentação. Todas as etapas da glicose acontecem no hialoplasma. Inicialmente, a molécula da glicose recebe 2 grupos fosfato, convertendo-se em frutose 1,6-P:



glicose + 2 ATP ===> frutose 1,6-P + 2 ADP



A seguir, essa molécula é fragmentada em duas moléculas com 3 átomos de carbono cada.





frutose 1,6-P + 4 ADP ===> 2 ácido pirúvico + 4 ATP



Nessa quebra, duas moléculas de NAD (nicotinamida-adenina-dinucleotídeo) recolhem átomos de hidrogênio com elétrons ricos em energia, convertendo-se em duas moléculas de NADH. Essas duas moléculas de NADH irão levar esses átomos de hidrogênio para o interior das mitocôndrias.
A seguir, uma nova oxidação transforma cada molécula de ácido pirúvico em uma molécula de acetil coenzima-A (ou acetil Co-A). Nessa passagem, mais duas moléculas de NAD se convertem em NADH.



2 ácido pirúvico + 2 co-A + 2 NAD ===> 2 acetil Co-A + 2 NADH + 2 CO2



Até a presente etapa, a partir de uma molécula de glicose foram formadas duas moléculas de acetil Co-A, duas moléculas de CO2, duas moléculas de ATP e quatro moléculas de NADH.
A transformação do ácido pirúvico em acetil Co-A se dá na membrana das mitocôndrias. Portanto, todas as etapas posteriores irão se desenvolver no interior desse organóide citoplasmático, e não mais no hialoplasma.


b2) O ciclo de Krebs
Na década de 1930, foi descoberta uma seqüência cíclica de reações, que se tornou conhecida por ciclo de Krebs (também chamado ciclo do ácido cítrico ou ciclo dos ácidos tricarboxílicos). Todas as etapas desse ciclo acontecem no interior das mitocôndrias, mais especificamente na matriz mitocondrial.
Esse ciclo remove os átomos de hidrogênio ricos em energia do acetil Co-A. Com a retira dos átomos de hidrogênio, há liberação dos átomos de carbono na forma de CO2, que deixa a célula como o produto estável da respiração aeróbica.
Cada volta do ciclo de Krebs é movimentada por uma molécula de acetil Co-A. As principais etapas são representadas a seguir. Não há nenhum interesse em memorizá-las. São colocadas apenas para que possamos localizar os pontos de maior liberação de energia química.





Inicialmente, a molécula do acetil Co-A se funde a uma molécula de ácido oxalacético. A molécula resultante da fusão, o ácido cítrico, tem seis átomos de carbono. Em algumas etapas dessa seqüência cíclica são perdidos átomos de carbono e átomos de hidrogênio. Os átomos de carbono entram na formação de moléculas de CO2, liberadas pela célula. Os átomos de hidrogênio, ricos em energia, são recolhidos por aceptores. Um deles é o NAD, anteriormente citado. O outro é o FAD (flavina-adenina-dinucleotídeo). Em uma das etapas da seqüência, a energia liberada é suficiente para que uma molécula de ADP se converta em ATP.
Portanto, em cada volta do ciclo de Krebs, são geradas duas moléculas de CO2, uma molécula de ATP, três moléculas de NADH e uma de FADH. Como cada molécula de glicose origina duas moléculas de acetil Co-A, permite que o ciclo de Krebs seja adicionado duas vezes. No total, o ciclo de Krebs produz, por molécula de glicose:



4 moléculas de CO2
2 moléculas de ATP
6 moléculas de NADH
2 moléculas de FADH

As moléculas de CO2 são liberadas pela célula, juntamente com as outras geradas na glicólise, totalizando seis moléculas. As duas moléculas de ATP se tornam disponíveis para serem empregadas nas diversas formas de trabalho celular. As seis moléculas de NADH e as duas de FADH irão levar os átomos de hidrogênio que estão conduzindo para a cadeia respiratória, última etapa da respiração aeróbica.


b3) A cadeia respiratória
A cadeia respiratória, também conhecida como cadeia transportadora de elétrons, é composta de uma série de enzimas aceptoras de elétrons, os citocro-mos. Todos eles estão presentes junto das cristas mitocondriais, onde a cadeia respiratória acontece.
Os citocromos são proteínas dotadas de um anel central, com íons ferro. Quando um citocromo recebe um par de elétrons, os seus íons Fe+++ se transformam em íons Fe++. Quando o par de elétrons é cedido para o citocromo seguinte, os íons ferro retornam ao seu estado inicial. Os pares de elétrons provenientes dos átomos de hidrogênio, ao passarem de um citocromo para outro, vão liberando energia e alcançando níveis energéticos progressivamente mais baixos. Ao mesmo tempo, os prótons H+ circulam pelo espaço existente entre as membranas interna e externa das mitocôndrias.
Em algumas etapas da passagem dos pares de elétrons pela cadeia respiratória, a energia liberada é suficiente para que uma molécula de ADP seja ligada a mais um grupo fosfato, formando uma molécula de ATP. Como essa fosforilação se faz graças à energia proveniente da oxidação da glicose, é chamada fosforilação oxidativa.
Quando os elétrons entram na cadeia respiratória vindos dos átomos de hidrogênio trazidos pelo NADH, permitem a produção de três moléculas de ATP. Quando são trazidos pelo FADH, apenas duas moléculas de ATP são geradas.
No final da passagem dos pares de elétrons pela cadeia transportadora, eles são recolhidos, juntamente com os seus respectivos prótons H+, pelo oxigênio, o que resulta em moléculas de água. O oxigênio é o aceptor final de elétrons da cadeia respiratória.




2 e- + 2 H+ + 1/2 O2 ===> H2O

A falta de oxigênio faz com que os elétrons não sejam removidos do complexo de citocromos. Retrogradamente, os outros componentes da cadeia respiratória passam a reter elétrons, por não poder passá-los adiante. Com a parada na progressão dos pares de elétrons, cessa a produção de ATP e a célula morre por falência energética.


2. Balanço Energético da Respiração Aeróbica.
Até a década de 1980, admitia-se a rentabilidade energética da respiração aeróbica como sendo de 38 moléculas de ATP por molécula de glicose degradada. Entretanto, com a descoberta de que a molécula de NADH produzida fora da mitocôndria origina apenas duas moléculas de ATP, esse valor foi revisto. Hoje, considera-se como correto que uma molécula de glicose produz, na respiração aeróbica, 36 moléculas de ATP.
Há algumas células, como as células do coração, do fígado e dos rins humanos, que obtêm rendimento de 38 moléculas de ATP por molécula de glicose. Entretanto, para a maioria delas, o rendimento é de 36 moléculas de ATP.


3. Equação Geral da Respiração Aeróbica





C6H12O6 + 6 O2 + 36 ADP ===> 6 CO2 + 6 H2O + 36 ATP




REFLEXÃO
 Não participei da aula neste dia , porem pesquisei sobre o assunto.